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Atualizado às: 05 de agosto, 2004 - 15h46 GMT (12h46 Brasília)
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Pfizer entra na Justiça contra 'venda ilegal' de Viagra na web
Viagra
O fabricante do Viagra está processando sites ilegais
A gigante dos medicamentos Pfizer iniciou uma campanha nos tribunais americanos contra spans e farmácias online que supostamente vendem Viagra falsificado.

A empresa decidiu iniciar a campanha após uma pesquisa ter revelado que 25% de homens entrevistados acreditam que a Pfizer é a responsável pelas mensagens vendendo os comprimidos que recebem na internet - sendo que essas mensagens são de empresas ou pessoas que não estão ligadas à coorporação.

A ação legal vem acompanhada de um projeto para alertar as pessoas sobre os perigos de tomar Viagra falsificado.

O laboratório diz que Viagra deve ser tomado somente após consulta com um especialista para evitar danos à saúde.

Muitas das mensagens eletrônicas enviadas pela internet oferecem Viagra ou as chamadas versões genéricas do comprimido.

Os anunciantes dizem que essas versões seriam tão eficazes no combate à impotência quanto o Viagra.

A Pfizer, no entanto, disse que não há genéricos legais do Viagra porque a entidade que controla a produção de remédios nos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA, na sigla em inglês), não autorizou a fabricação de genéricos da droga.

O laboratório está processando cinco organizações ou indivíduos que, segundo a empresa, estão fazendo uso ilegal da marca Viagra, praticando competição desleal e enganando o público ao vender Viagra sem autorização ou versões genéricas ilegais.

A Pfeizer também está "investigando" 24 sites que estariam explorando ilegalmente a marca.

Nessa operação, a empresa trabalha em conjunto com o Departamento de Justiça americano, o controle alfandegário do país, o FBI e a FDA.

“É difícil para o consumidor distinguir as farmácias legítimas e as ilegítimas na internet”, disse Brian Lamkin, chefe da seção de crimes financeiros do FBI.

“Esses sites são astutamente criados para fraudar consumidores e vender drogas que não foram aprovadas pela FDA dos Estados Unidos”, acrescentou.

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