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Conferência discute racismo na internet | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Representantes de mais de 60 países estão participando de uma conferência em Paris para discutir maneiras de lidar com extremistas que usam a internet para enviar mensagens de ódio. O ministro das Relações Exteriores da França, Michel Barnier, disse que há uma clara relação entre atitudes racistas, xenofóbicas e anti-semitas e o aumento no número de crimes por essas razões. "Nossa responsabilidade é ressaltar que, devido a suas próprias características, principalmente imediatismo e anonimato, a internet seduziu as redes de intolerância", disse Barnier. Os franceses querem que outros governos sigam seu modelo e estabeleçam leis rigorosas para o extremismo realizado pela internet. Liberdade No entanto, os Estados Unidos dizem que essa atitude é restrita à primeira emenda da Constituição americana, que garante liberdade de expressão. Dan Bryant, um alto funcionário do ministério da Justiça dos Estados Unidos, disse que a melhor maneira de combater as mensagens de ódio é promover a tolerância, o entendimento e outras idéias que vão contra o racismo. A conferência de dois dias na França foi preparada pela Organização Européia de Segurança. Segundo os organizadores, a maior parte dos sites europeus com conteúdo racista está hospedada nos Estados Unidos. |
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