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EUA lançam satélite para testar teoria de Einstein | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Cientistas da Universidade de Stanford, no Estado americano da Califórnia, anunciaram o lançamento de um satélite especialmente desenvolvido para colocar a prova teorias sobre o tempo e o espaço do físico Albert Einstein. O satélite financiado pela Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, será lançado em 17 de abril da base aérea americana de Vandenberg, na Califórnia. O satélite girará em uma órbita terrestre para demonstrar a relação entre o tempo e o espaço e como a Terra e outros corpos de grande massa influenciam essas duas variáveis. O satélite levará quatro bolas de quartzo, que deverão ser mantidas completamente isoladas em câmaras à vácuo e a temperaturas próximas ao zero absoluto (o equivalente a 273ºC negativos) para garantir a máxima precisão do experimento. Elas serão postas para girar em torno de eixos próprios e, a não ser que Einstein esteja errado, seus movimentos serão ligeiramente alterados pela proximidade com a Terra. Segundo os responsáveis pela experiência, essas bolas são as esferas mais perfeitas já produzidas pelo homem. Em 1916, o pai da teoria da relatividade propôs que o espaço e o tempo formam uma estrutura que é alterada pela presença de uma massa. Essas alterações, no entanto, são infinitamente pequenas, mas os cientistas acreditam que poderão medi-las a 640 km de distância da Terra, com esferas do tamanho de bolas de pingue-pongue. |
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