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Genes prevêem sucesso de ação contra leucemia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma análise da atividade de alguns genes pode ajudar os médicos a avaliar como pacientes de leucemia podem reagir ao tratamento. Cientistas do Instituto de Câncer Dana-Faber e da Universidade "La Sapienza", de Roma, publicaram o estudo no jornal especializado Blood. Os pesquisadores usam a expressão "análise da expressão genética" para medir o nível de atividade de milhares de genes em 33 pacientes que haviam sido diagnosticados com leucemia linfocítica recentemente. A doença é causada pela superprodução de células imunes chamadas de linfócitos T. Cerca de sete entre dez crianças que desenvolvem este tipo de leucemia respondem muito bem a tratamentos de quimioterapia. Atividade genética No entanto, a taxa de eficácia entre adultos é bem menor. Com a nova técnica, os pesquisadores compararam os níveis de atividade dos genes dos pacientes que reagiram bem ao tratamento com os dos que não tiveram bons resultados. Dessa forma, eles descobriram que um único gene, o IL-8, é muito mais ativo em pacientes resistentes às drogas. Eles também descobriram um grupo de 30 genes que apresentavam grande atividade em células leucêmicas de pacientes que obtiveram ótimos resultados com a quimioterpia. A partir daí, medindo os níveis de expressão de três desses genes, os cientistas foram capazes de prever o sucesso do tratamento em 71% dos casos. Outros tipos de tratamento como a contagem de células brancas ou a comparação entre células normais e cancerosas são muito menos exatos. |
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