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Descoberto hormônio que pode prevenir osteoporose | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Cientistas do Baylor College of Medicine, nos Estados Unidos, descobriram um hormônio que pode ser usado, no futuro, no tratamento da osteoporose. A amilina é um hormônio secretado pelas mesmas glândulas que produzem a insulina no pâncreas e previne a perda óssea, segundo o estudo, publicado pelo Journal of Cell Biology. A osteoporose atinge, principalmente, mulheres após a menopausa e provoca a perda de densidade dos ossos, o que os torna fracos e suscetíveis a fraturas. O problema aparece com freqüência também em vítimas da diabete do tipo 1. Além de produzirem pouca insulina, os diabéticos sofrem também de carência de amilina. Os pesquisadores descobriram que camundongos que não produzem amilina em quantidade suficiente têm menos massa óssea do que os que produzem o hormônio normalmente. Osteoblastos O tecido ósseo está em constante remodelação. Nesse processo, há células que o vão degradando (osteoclastos) e outras que o vão regenerando (osteoblastos). Segundo os cientistas, a amilina inibe a ação dos osteoclastos. Terapias de reposição da amilina podem ser usadas no tratamento da osteoporose no futuro, segundo a equipe de cientistas. Eleanor Kennedy, diretora de pesquisa da Diabetes UK, classificou os resultados da pesquisa de "muito interessantes", mas ressaltou que o estágio dos testes ainda é inicial. "O trabalho foi feito com camundongos e ainda não há indícios definitivos mostrando que as vítimas da diabete do tipo 1 de fato sofrem de perda óssea por causa da carência de amilina", disse. |
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