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Britânicos encontram piranha brasileira no rio Tâmisa | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma piranha foi descoberta no rio Tâmisa, em Londres, a mais de 8 mil km do seu habitat natural, no rio Amazonas. Uma gaivota teria deixado o peixe, que não consegue sobreviver mais do que alguns dias em temperaturas abaixo dos 15º C, cair no convés de um barco. O peixe caiu na embarcação denominada Thames Bubbler, que bombeia oxigênio nas águas do rio para manter vivos os 119 tipos de espécies aquáticas do Tâmisa. A piranha tinha acabado de morrer e ainda mostrava marcas do bico da gaivota na parte posterior de seu corpo. Mandíbulas poderosas Consideradas os mais ferozes peixes de água doce do mundo, as piranhas atacam qualquer criatura na água, seja qual for o seu tamanho. Os peixes caçam em cardumes capazes de despedaçar e de comer, inclusive grandes presas, em uma questão de segundos. As poderosas mandíbulas das piranhas podem cortar 15,24 centímetros de carne em cada mordida. Há relatos de que um cardume devorou 300 pessoas que estavam em um barco que afundou perto de Óbidos, no Pará, em setembro de 1981. A Agência para o Meio Ambiente da Grã-Bretanha afirmou que é ilegal libertar espécies não nativas na natureza. |
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