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'Parte dos benefícios da amamentação são exagerados'
A idéia de que os bebês que são amamentados não sofrem de pressão alta pelo resto de suas vidas pode ser prematura. Pesquisadores do Hospital St George, em Londres, analisaram diversos estudos que apontavam os benefícios da amamentação. Segundo os cientistas, algumas das descobertas não são confiáveis e exageram nas vantagens potenciais da amamentação. As conclusões foram publicadas no British Medical Journal. Estudos amplos Os pesquisadores analisaram 29 estudos sobre a relação entre a pressão sangüínea na fase adulta e o fato do paciente ter sido amamentado enquanto bebê. Estudos menores sugeriam que haveria uma forte ligação entre esses dois fatores. No entanto, em estudos mais amplos, essa correlação se mostrava menos efetiva. “Nossa análise sugere que qualquer efeito da amamentação na pressão sangüínea é modesta e com limitada importância clínica ou para saúde pública”, os cientistas escreveram. Mas os médicos afirmam que ainda restam outras razões para amamentar. No curto prazo, a amamentação ajuda a estabelecer a relação entre a mãe e a criança. A mãe também reduz o risco de desenvolver determinados tipos de câncer. A porta-voz da National Childbirth Trust, da Grã-Bretanha, diz que não é preciso justificar a amamentação abordando os benefícios a curto ou longo prazo. “Amamentar é justificável porque é a maneira natural de alimentar um bebê”, afirmou. |
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