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Arqueólogo diz que homem já fazia arte há 200 mil anos
O arqueólogo italiano Pietro Gaietto está desafiando o meio científico com a sua teoria de o homem já produzia arte 200 mil anos atrás – 160 mil anos antes do que se acredita. As alegações de Pietro Gaietto geraram polêmica entre cientistas porque contrariam a noção de que o Homo Erectus, espécie que vivia naquela época, não era capaz de elaborar o pensamento simbólico - que se acredita ser necessário para criar arte. As imagens nas quais Gaietto baseia sua teoria são duas esculturas em pedra, que ele descobriu em 2001 durante uma expedição pela região de Borzonasca, na Itália. Segundo Gaietto, as esculturas representam dois rostos olhando para direções opostas e teriam sido usadas em rituais dos Homo Erectus. Um deles é barbado e, segundo Gaietto, tem "uma face expressiva". Entulho O arqueólogo diz ter econtrado as esculturas por acaso em meio a um material que seria usado para construção. "Se eu não tivesse visto, teria sido coberto por concreto e colocado em uma parede", disse à BBC. Alguns arqueólogos classificam de arte algumas peças ainda mais antigas que as de Borzonasca. Um objeto de 400 mil anos descoberto no Marrocos em 1999 pode ser considerado uma escultura, por exemplo. Cientistas mais conservadores, no entanto, não acreditam que esses objetos tenham sido esculpidos pelo homem. Eles acham que as formas e contornos que sugerem figuras conhecidas tenham sido moldados pela ação do tempo. Já os habitantes de Borzonasca dizem que imagens pré-históricas como as que foram encontradas por Gaietto são comuns na região. Um exemplo disso seria a face de um penhasco que eles acreditam ter sido esculpido até formar a imagem parecida com a de um rosto que ainda se vê hoje. O lugar é chamado de O Rosto de Borzone. |
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