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Segundo suspeito no caso do vírus MSBlast é preso
Foi preso um segundo suspeito no caso do vírus MSBlast, que provocou problemas na internet no mês passado. A polícia da Romênia confirmou que ele está sob investigação e acredita que o suspeito participou da disseminação da nova versão do vírus. Os policiais se recusaram a identificar o suspeito, mas uma empresa de segurança em computação disse que ele tem 24 anos e se chama Dan Dumitru Ciobanu. De acordo com nova legislação recentemente aprovada na Romênia, se condenado, Ciobanu poderá ficar até 15 anos na prisão. Nome Acredita-se que Ciobanu foi responsável pela criação da versão "F" do vírus MSBlast. Diferentemente da versão original do vírus, a versão de Ciobanu teria atacado apenas computadores da Universidade Técnica de Iasi, no nordeste da Romênia. O texto dentro do vírus atacava um dos professores da universidade e pedia que se aposentasse. Dentro do vírus estava o apelido online de Ciobanu, "Enbiei", o que ajudou a polícia e a empresa antivírus Bit Defender a chegarem até ele. "Ele pôs o seu nome, o que não foi uma coisa muita esperta", disse Patrick Vicol, da Bit Defender. Versão Acredita-se que a versão "F" do vírus não saiu da Romênia e foi muito menos contagioso do que do MSBlast original, que infectou mais de 300 mil sistemas em meados de agosto. Um porta-voz da polícia confirmou que estavam investigando um suspeito, mas não quis revelar sua identidade. Os dois computadores que ele usa regularmente foram confiscados e em breve serão analisados em busca de provas de que ele liberou uma nova versão do vírus. Na semana passada, outro programador foi preso por criar e liberar na internet outra versão do MSBlast. Acredita-se que o programador Jeffrey Lee Parson estava por trás da versão "B" do MSBlast que infectou algumas milhares de computadores. As autoridades chegaram a Parson porque ele também deixou seu apelido online, "Teekid", na versão modificada do vírus. Se condenado, Parson poderá passar até dez anos na prisão e ser multado em US$ 250 mil (pouco menos de R$ 750 mil). Apesar das duas prisões, o criador do vírus original ainda não foi encontrado. |
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