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Peritos dizem que relíquia dos tempos bíblicos é farsa
Peritos em antiguidades israelenses disseram que uma caixa de pedra, onde acreditava-se que estavam guardados os ossos do irmão de Jesus Cristo, é na verdade uma farsa. A urna mortuária de 50 centímetros de comprimento traz a inscrição Tiago, filho de José, irmão de Jesus em aramaico e chegou a ser considerada a mais antiga evidência arqueológica de fatos contidos no Novo Testamento. Vários estudiosos analisaram a caixa para verificar sua autenticidade desde novembro, quando sua existência foi revelada. Mas a conclusão dos peritos israelenses foi que a inscrição na caixa não é autêntica. Jerusalém A inscrição aparenta ser mais nova, escrita por alguém tentando copiar os antigos caracteres, disse a comissão de Antiguidades de Israel em uma nota. O dono da urna mortuária, o colecionador israelense Oded Golan, ignorou o resultado da análise. Estou certo de que a urna mortuária é real, disse ele. Estou certo de que a comissão está errada no tocante às suas conclusões. Golan disse ter comprado o objeto de um vendedor de antiguidades em Jerusalém, na metade dos anos 70, por cerca de US$ 200. Contudo, policiais estão realizando investigações na cidade velha de Jerusalém, depois que surgiu a suspeita de que a caixa de pedra foi comprada há apenas alguns meses. |
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