Ciclone extratropical: o fenômeno que pode causar tempestades no sul do Brasil

Crédito, Fotos Públicas
Um ciclone extratropical vai se formar na região Sul nesta semana, segundo metereologistas. Somado a uma frente fria, o fenômeno pode causar temporais, ventos de até 130 km/h, alagamentos e deslizamentos de terra no Rio Grande do Sul e no litoral de Santa Catarina.
A formação do ciclone levou a Defesa Civil catarinense a alertar a população sobre o risco de temporais em pontos do Estado.
"O risco é muito grande para ocorrências como alagamentos, enxurradas, deslizamentos e inundações, principalmente no litoral sul. Também há risco para fortes rajadas de vento e mar muito agitado", afirmou Murilo Freta, meteorologista da Defesa Civil de Santa Catarina em vídeo divulgado pelo órgão nesta segunda-feira (02/05).
A entidade orientou a população a não se arriscar em caso de alagamentos e procurar serviços de socorro em situações de emergência.
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o ciclone vai começar a se formar no litoral do Rio Grande do Sul na noite desta segunda-feira. Depois, vai subir por Santa Catarina até chegar a São Paulo entre quarta e quinta.

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"A expectativa é que o ciclone suba até São Paulo e se afaste um pouco do oceano, para depois retornar para alto mar. Vai ter muita chuva e muito vento", diz Gil Russo, metereologista da seção sul do Inmet.
O Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE), órgão da Prefeitura de São Paulo, também alertou a população da capital para a possibilidade de ventos de até 50 km a partir de terça. Chuvas leves e moderadas também devem atingir a cidade, diz o CGE.
De acordo com Josélia Pegorim, meteorologista da Climatempo, os ciclones extratropicais são bastante comuns e são formados por áreas de baixa pressão atmosférica.
"Muitos deles se formam sobre o sul do Brasil, ou Argentina e Uruguai, e passam pelo Brasil. A depender da intensidade eles podem provocar ventos fortes. Quando eles estão sobre o continente, podem causar alguns danos por conta do relevo", explica.
Também conhecidos como "ciclones bombas", os extratropicais têm esse nome porque normalmente se formam em áreas que não são tropicais, como a região Sul.

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