Luigi Mangione não irá enfrentar pena de morte pelo assassinato de CEO de plano de saúde nos EUA

Crédito, Reuters
Acusado de ter assassinado o CEO da maior seguradora de saúde dos Estados Unidos, Luigi Mangione não enfrentará a pena de morte caso seja condenado, decidiu uma juíza federal dos Estados Unidos nesta sexta-feira (30/1)
A juíza Margaret Garnett rejeitou uma acusação federal de homicídio contra o jovem de 27 anos.
Mangione foi preso dias depois de supostamente ter atirado em Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare, quando ele entrava em uma conferência, em uma rua movimentada de Manhattan, em Nova York, em dezembro de 2024.
Ele foi detido Pensilvânia após uma caçada nacional que mobilizou a atenção do país. Ele foi identificado por um funcionário de uma lanchonete McDonald's.
Mangione se declarou inocente das acusações de homicídio em nível estadual e federal.
Em abril, promotores dos EUA haviam pedido a pena de morte para Mangione.
"O assassinato foi um ato de violência política", disse a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, acrescentando que o homicídio em local público de Thompson "pode ter representado um grave risco de morte para outras pessoas".
Além do caso federal, Mangione enfrenta 11 acusações criminais estaduais em Nova York, incluindo assassinato em primeiro grau e assassinato como crime de terrorismo.
Se condenado por todas as acusações, ele enfrentaria uma sentença obrigatória de prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional.
Esta reportagem está em atualização












