Os casos de assédio em escolas cívico-militares no Paraná
Um grupo de ao menos nove meninas, com idades entre 11 e 13 anos, denunciou que um funcionário militar teria tocado em partes de seus corpos, incluindo o seio de uma delas, em diferentes datas, em uma escola cívico-militar em Cornélio Procópio, no interior do Paraná.
O caso aconteceu em 2023 e os relatos foram levados à polícia. Uma investigação foi aberta para apuração de estupro de vulnerável, e o caso seguiu para a Justiça, onde um processo ainda corre sob sigilo.
Após os relatos, o monitor militar continuou trabalhando na escola e só foi desligado pelo governo do Paraná quase dois anos depois, em 2025.
As escolas cívico-militares se tornaram populares no Paraná. Um dos motivos de sucesso do programa é a promessa de trazer mais disciplina e segurança para crianças e jovens.
Mas a BBC identificou que existem diversas investigações policiais sobre assédio sexual nessas escolas.
O repórter Luiz Fernando Toledo explica melhor esses casos e o que diferencia essas denúncias de outras investigadas em escolas comuns.
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