Imigração nos EUA: brasileiros usam drones para escapar de blitze de Trump
No dia 6 de setembro, o governo de Donald Trump deu início à chamada operação Patriot 2.0, focada no Estado de Massachusetts, nos Estados Unidos.
"Se você vier ao nosso país ilegalmente e violar nossas leis, nós vamos caçá-lo, prendê-lo, deportá-lo, e você nunca mais voltará", dizia o comunicado publicado pelo Departamento de Segurança Interna (DHS).
No Estado, os brasileiros formam o maior grupo de estrangeiros — oficialmente, cerca de 150 mil vivem lá, mas o número pode chegar a mais de 300 mil considerando os muitos não registrados, segundo o Instituto Diáspora Brasil, uma organização sem fins lucrativos com atuação local.
Ao contrário dos primeiros meses do governo Trump, quando muitos acreditavam que apenas "criminosos" seriam o alvo do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA), agora os brasileiros têm a certeza de que qualquer um pode ser detido.
Isso fica claro nas conversas em grupos de WhatsApp que concentram milhares de imigrantes, e onde os não documentados (ou indocumentados) são os mais ativos.
A BBC News Brasil passou as últimas semanas em dois grupos observando como a recente operação alterou rotinas e gerou apreensão na comunidade brasileira.
No vídeo, o repórter Vitor Tavares conta um pouco das situações descritas pelos participantes dos grupos.
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