Tamanho importa?
Às vezes me impressiona o fato de que alguns tabus não acabam nunca.
Na semana passada, durante a visita do presidente francês, Nicolas Sarkozy, a Londres, um dos assuntos preferidos dos jornais era fiscalizar que tipo de sapato a mulher dele, Carla Bruni, estava usando, prá disfarçar a diferença de tamanho dos dois. A ex-modelo Carla é, obviamente, bem mais alta.
Outro casal que tem de 'aturar' os comentários engraçadinhos é a modelo Sophie Dahl e o músico Jamie Cullum. Na última vez que li uma reportagem sobre os dois, lá estava o adjetivo 'statuesque' - ou, semelhante a uma estátua - se referindo a ela, em uma clara alusão à diferença de tamanho dos dois.
Mas, mesmo assim, parece que a 'moda' de namorar baixinhos, ou altinhas, dependendo do ponto de vista, está pegando. Afinal, só aqui nesta coluna, estão três casais 'fora dos padrões'.

Confesso que não sou a pessoa mais indicada para falar do assunto. Com 1,55 m, jamais tive e, creio, jamais terei esse dilema. Mas será que esse tabu já não deveria ter sido superado?
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O que você chama de tabú, eu chamo de genético. Gosto não se discute, mas o que se pode esperar de tablóides que vivem de fofocas? Como a maioria dos homens preferem mulheres mais baixas que eles mesmos, isso acaba sendo um dos poucos assuntos que esta mídia "especializada" tem para divulgar.
É apenas instinto. Assim como as simples baratinhas gostam dos baratões as mulheres gostam de homens maiores e os homens de mulheres menores.
Bom, tenho 1.86 e, portanto, sou suspeito para falar. Entretanto, é sabido que as mulheres preferem os homens mais altos.
PENSO QUE O QUE MAIS INTERFERE É O TAMANHO DO CÉREBRO, ISSO SIM PESA, DIMENSÃO DA INTELIGÊNCIA, DA DISPONIBILIDADE COM O PRÓXIMO E DA OCUPAÇÃO COM A VIDA ALHEIA, ISSO SIM PESA.